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Médico é suspeito de abusar sexualmente de jovem durante exame em clínica de BH

Jovem denuncia médico por abuso em BH Um médico de 31 anos é suspeito de abusar sexualmente de uma jovem, de 18, em uma clínica do bairro Santa Efigênia, n...

Médico é suspeito de abusar sexualmente de jovem durante exame em clínica de BH
Médico é suspeito de abusar sexualmente de jovem durante exame em clínica de BH (Foto: Reprodução)

Jovem denuncia médico por abuso em BH Um médico de 31 anos é suspeito de abusar sexualmente de uma jovem, de 18, em uma clínica do bairro Santa Efigênia, na Região Leste de Belo Horizonte. O crime teria ocorrido durante uma ultrassonografia, na tarde desta quarta-feira (11). De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima afirmou que procurou atendimento por causa de dores no abdômen e, inicialmente, passou por um exame abdominal. Em seguida, o suspeito iniciou um ultrassom transvaginal, que não estava previsto no pedido médico. O procedimento foi realizado com um aparelho coberto por preservativo. Abuso durante exame A jovem relatou que, depois do exame transvaginal, o médico cometeu o abuso, mesmo com ela se levantando imediatamente da maca. O suspeito ainda chegou a pegá-la pela cintura, abaixar a calça dele e fazer uma proposta de cunho sexual. Ainda conforme a vítima, na sequência, o profissional pediu que ela saísse do consultório e deixasse a porta aberta. A mulher procurou ajuda e acionou a Polícia Militar. A jovem foi encaminhada ao Hospital Municipal Odilon Behrens para atendimento e, em seguida, foi levada com o suspeito para a Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher, onde o caso deve ser investigado. O g1 procurou a Polícia Civil para saber se o médico foi prestou depoimento e foi preso, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. O que diz o médico A PM foi até a clínica, onde o médico negou todas as acusações. Ele afirmou que a paciente chegou sem encaminhamento, apenas relatando dores, e que realizou ultrassom abdominal, que não mostrou alterações. Diante da queixa da jovem, disse ter perguntado se ela concordaria com um exame complementar, a ultrassonografia transvaginal, e que ela foi orientada sobre o procedimento. Segundo ele, o exame também não apresentou anormalidades. O médico declarou que, após terminar, a paciente permaneceu no consultório sem demonstrar desconforto imediato e que pediu uma pomada para dor, mas foi informada que não havia o medicamento. Ele disse que a jovem saiu normalmente com os resultados. O profissional afirmou ainda que não possui imagens do exame transvaginal, porque ele não estava previsto no pedido inicial. O advogado do médico acompanhou a abordagem. Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher, Criança, Adolescente e Vítimas de Intolerâncias, em Belo Horizonte, investiga o caso Reprodução/TV Globo