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Começa julgamento dos acusados de matar 10 pessoas da mesma família, há 3 anos, na maior chacina do Distrito Federal

Começa no DF julgamento dos acusados de matar dez pessoas da mesma família Começou nesta segunda-feira (13) o julgamento dos acusados de matar dez pessoas da...

Começa julgamento dos acusados de matar 10 pessoas da mesma família, há 3 anos, na maior chacina do Distrito Federal
Começa julgamento dos acusados de matar 10 pessoas da mesma família, há 3 anos, na maior chacina do Distrito Federal (Foto: Reprodução)

Começa no DF julgamento dos acusados de matar dez pessoas da mesma família Começou nesta segunda-feira (13) o julgamento dos acusados de matar dez pessoas da mesma família três anos atrás. Foi a maior chacina já registrada no Distrito Federal. Parentes das vítimas chegaram cedo ao Fórum de Planaltina para acompanhar a sessão. "Eu acho que deveria ter acelerado mais o processo. Espero que se faça justiça, que ponha todos atrás da grade e que paguem pelo que fizeram”, diz Ismael da Silva Rocha, irmão de uma das vítimas. O Ministério Público apontou cinco autores da chacina, que estão presos desde 2023: Gideon Batista de Menezes; Horácio Carlos Ferreira Barbosa; Carlomam dos Santos Nogueira; Fabrício Silva Canhedo; Carlos Henrique Alves da Silva. Eles respondem por homicídio qualificado, extorsão, roubo, sequestro e ocultação de cadáver. Segundo a Polícia Civil, o grupo planejou por meses a morte dos dez integrantes da mesma família. A investigação indica que a intenção era matar o dono de uma chácara e os possíveis herdeiros, para tomar posse do imóvel e depois vendê-lo. Começa julgamento dos acusados de matar 10 pessoas da mesma família, há 3 anos, na maior chacina do Distrito Federal Jornal Nacional/ Reprodução A área verde de 20 mil m² fica a 40 km do centro de Brasília. Os investigadores concluíram que Marcos Antônio Lopes de Oliveira, patriarca da família, foi a primeira vítima, em dezembro de 2022. Ele foi morto e enterrado na casa usada como cativeiro. Para obter dados pessoais, contas e senhas, os acusados mantiveram algumas das vítimas amarradas e vendadas. Elas foram mortas dias depois. Seis corpos apareceram carbonizados em dois carros em rodovias de Minas Gerais e de Goiás. Outras três vítimas foram encontradas em uma cisterna. "Nós acreditamos que existe um conjunto probatório robusto, um conjunto probatório firme. A autoria delitiva de todos os acusados está evidenciada de forma muito segura, bem como a materialidade dos crimes”, afirma João Darcs, advogado da família das vítimas. As defesas de Fabrício Silva Canhedo e Carlomam dos Santos Nogueira negam as acusações. A de Carlos Henrique Alves da Silva disse que vai se manifestar em plenário. As demais defesas não se pronunciaram. A expectativa é de que o julgamento só termine na semana que vem. LEIA TAMBÉM Chacina no DF: acusados de matar 10 pessoas da mesma família vão a júri popular nesta segunda Chacina no DF: penas podem chegar a 385 anos de prisão se réus forem condenados, diz MP